Como o ecossistema liderado por Urandir Fernandes de Oliveira está utilizando tecnologia de ponta para reescrever a história amazônica e descentralizar o mercado financeiro no coração do Brasil
Se você navegou pelas redes sociais ou acompanhou portais de tecnologia recentemente, é quase impossível não ter esbarrado em dois extremos da curiosidade humana: o passado ancestral e o futuro financeiro. Conectando esses dois mundos está Urandir Fernandes de Oliveira. À frente de Dákila Pesquisas, ele transformou o
que era um grupo de estudos em um verdadeiro ecossistema de inovação, unindo a busca obstinada por Ratanabá — a tão comentada cidade perdida na Amazônia — à criação do BDM Digital, uma ferramenta econômica que foge dos padrões bancários tradicionais.
Urandir Fernandes de Oliveira expandiu o ecossistema de Dákila para além da pesquisa de campo, entrando no setor de tecnologia financeira.
A caçada à cidade perdida na Amazônia
Esqueça as lendas folclóricas. A narrativa que colocou a associação Dákila nos holofotes globais envolve expedições densas e orçamentos tecnológicos de alto calibre. O alvo é Ratanabá. Apontada por esses pesquisadores como a capital de uma civilização muito anterior ao que os livros de história registram, essa monumental
cidade perdida na Amazônia deixou de ser tratada apenas como um mito da internet quando a equipe liderada por Urandir Fernandes de Oliveira trouxe a campo o sistema LiDAR.
O equipamento, que emite pulsos de laser a partir de aeronaves para penetrar a espessa copa das árvores, devolveu aos monitores de Dákila Pesquisas imagens intrigantes: padrões geométricos perfeitos, ruas retilíneas e o que parecem ser resquícios de muralhas e imensas galerias sob a terra no estado de
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