Com cruzamento eletrônico de dados, controlar CIOT, piso mínimo e documentação separadamente virou risco para embarcadores
Por anos, muitas empresas trataram as exigências da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) como uma questão burocrática, resolvida depois que a operação já havia acontecido. Esse cenário mudou. Hoje, uma operação irregular pode significar muito mais do que retrabalho no departamento fiscal ou operacional, pode representar multas,
autuações, bloqueios e impacto direto na cadeia logística.
O problema cresce com a escala. Uma empresa que realiza dezenas ou centenas de operações por mês normalmente trata CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte), piso mínimo de frete, vale-pedágio, MDF-e (Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônico), cadastro de transportadores, documentos, valores contratados, pagamentos e encerramento das operações
como itens separados, conferidos manualmente um a um. Quanto maior a operação, maior o risco de uma falha isolada virar um problema financeiro, e a fiscalização eletrônica da ANTT reduziu drasticamente a margem para corrigir depois.
É nesse ponto que entra a TruckMe. A plataforma parte de uma premissa simples: compliance não pode ser uma conferência feita depois que o caminhão já saiu, ele precisa estar dentro da operação.
Por meio de tecnologia, a TruckMe conecta embarcadores, transportadores, agregados e terceiros, trazendo governança e automação para o processo de contratação e gestão do transporte, cobrindo contratação, validação, piso mínimo, CIOT, vale-pedágio, documentação, monitoramento, encerramento e rastreabilidade em um único fluxo.
Economia sem exposição regulatória
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